O vazio me engole. Minhas pernas se agitam, inúteis. Minhas mãos agarram o ar, arranham-no,
em busca de qualquer coisa sólida. Rajadas frias passam por mim como a ventania de um tornado. Escuto o baque antes de senti-lo... O vento acabou. E então há dor em toda parte... A dor é tudo. Façam a dor parar. Não era alto o bastante, murmuro com meus botões em meio à dor. Quando a dor vai parar? Quando?...
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